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Hortolândia oferece serviço de escuta acolhedora para famílias de PcDs em vulnerabilidade

Publicada em: 24/02/2026 12:38 -

Atendimento no Programa “Escuta que Acolhe”, promovido pela Prefeitura, pode ser agendado por e-mail ou aplicativo

Se você é mãe, pai ou responsável por uma PcD (Pessoa com Deficiência) e precisa de ajuda para lidar com a sobrecarga mental, a Prefeitura ouviu os seus pedidos e acaba de lançar o Programa “Escuta que Acolhe”, voltado a famílias em vulnerabilidade, principalmente. Trata-se de uma iniciativa para ouvir e amparar quem mora em Hortolândia, cuida de pessoas atípicas atendidas pelos serviços municipais de saúde e assistência social e está em sofrimento físico e emocional. 

O Programa busca disponibilizar uma escuta qualificada e acolhedora a pais e responsáveis atípicos que apresentem sinais de esgotamento físico e emocional, tais como ansiedade, depressão e desmotivação, insônia ou sono excessivo, dores de cabeça e musculares, dentre outros. Realizado pelo DPP PcD (Departamento de Políticas Públicas para a Pessoa com Deficiência) da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, o “Escuta que Acolhe” oferece atendimento terapêutico gratuito, mediante agendamento prévio, por meio dos seguintes canais:

Feita a solicitação, é preciso aguardar a análise do caso e a data de início da prestação do serviço. Os atendimentos são realizados pela psicanalista, terapeuta e servidora municipal Andresa Alcântara. Cada sessão tem duração de 50 minutos e pode acontecer de forma presencial ou remota. Cada atendido poderá agendar até 12 sessões, conforme avaliação do caso. O atendimento presencial acontece, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na “Sala Inclusiva” do Paço Municipal “Palácio dos Migrantes”, localizado na Rua Professora Celina Franceschini Bueno, 100, Jardim Metropolitan, na região do Jd. Novo Ângulo.  

“O ‘Escuta que Acolhe’ vem para dar um suporte às famílias que, muitas vezes, estão à margem, porque não são vistas, não são apoiadas por seus parceiros e, em alguns casos, até pela própria família. Nesse Programa, oferecemos escuta qualificada para que o esgotamento emocional que esses pais passam seja ao menos amenizado. Parece uma iniciativa simples, mas só quem tem um filho atípico em casa, sabe as dificuldades que enfrenta. É um programa realmente muito lindo”, afirmou a secretária de Inclusão e Desenvolvimento Social, Maria dos Anjos Assis Barros.

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